Qual o melhor sal para consumir

14/12/2015 06h00 - Atualizado em 14/12/2015 06h20

Karin Honorato indica o sal rosa do Himalaia como o mais nutritivo.
Os sais comum e grosso têm aditivos químicos e poucos mineirais.

São várias as opções de sal no mercado. O sal comum, usado na cozinha, é processado, refinado e, por isso, não tem minerais. Produtos químicos também são adicionados a ele para deixá-lo "soltinho".

O sal grosso é usado para evitar que os alimentos se desidratem. No churrasco, ele deixa a carne suculenta, mas também não possui minerais.

O sal light é uma mistura. Metade dele é formado por cloreto de sódio, a outra é composta por cloreto de potássio. Ele costuma ter um pouco menos de sódio. Pessoas com problemas renais devem evitá-lo.

Já o sal marinho tem muitos mineirais e não possui aditivos químicos. Ele pode ser encontrado em formas diferentes, fino, grosso ou até mesmo em flocos.

O sal mais escuro, conhecido como sal negro, ele possui mais enxofre e ferro. É interessante adicionálo no fim do preparo porque ele tem um sabor levemente sulfurado.

A flor de sal tem 10% mais sódio, mas é mais suave. Todos os sais possuem sódio, se consumido em excesso, ele se torna prejudicial à saúde. Pode levar a um aumento da pressão arterial e complicações mais sérias no organismo.

O sal mais interessante é o sal rosa do Himalaia, isso porque ele possui uma boa quantidade de ferro e de cobre. Este tipo de sal ainda possui mais de 80 tipos de minerais. Ele tem a metade da quantidade de sódio encontrada no sal comum.

O sal é um composto iónico constituído por sódio e cloro, com a fórmula química de NaCl. Pode surgir de duas fontes principais: da água do mar (por evaporação) ou das minas terrestres (também conhecido como sal-gema). Este composto faz parte da nossa alimentação e, quando ingerido nas quantidades adequadas, exerce funções importantes no nosso organismo.

Doses recomendadas

A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo diário de 5g de sal (1 colher de chá rasa), o que equivale a 2g de sódio, para um adulto saudável. Esta quantidade inclui o que adicionamos aos alimentos, mas também o dos produtos alimentares que adquirimos.

No entanto, de acordo com o estudo PHYSA, os portugueses consomem, em média, 10,7g de sal por dia, o que corresponde ao dobro das recomendações. Nos últimos anos tem havido um interesse cada vez maior por novos tipos de sal, não apenas porque a indústria alimentar os tornou mais gourmet, mas porque os indivíduos tendem a acreditar que podem ser mais saudáveis. Mas serão mesmo?

De seguida, descrevem-se alguns dos mais utilizados atualmente e as suas principais características.

Sal Refinado

É o mais utilizado pela população e é vulgarmente conhecido como “de cozinha” ou “de mesa”. É extraído da água do mar através da evaporação sendo depois refinado. Este processo de remoção das impurezas implica também a remoção de outros minerais presentes na água do mar.

Possui uma textura mais fina, tornando-o mais fácil de homogeneizar nas preparações. Contém frequentemente um agente antiaglomerante para impedir a formação de aglomerados.

Um grama de sal refinado contém 400mg de sódio.

Sal Marinho

É obtido através da evaporação da água do mar. Consoante a região de onde é extraído pode apresentar diferente composição em minerais, cores distintas (branco, rosa, preto, cinza ou combinados) e variadas texturas (grosso, fino ou em flocos). Por não ser tão processado, preserva mais a riqueza da água do mar em sais minerais.

Contém principalmente NaCl, mas também pequenas quantidades de outros minerais como o magnésio, o cálcio, o potássio, o ferro, o zinco ou o manganês. É menos salgado ao gosto e é normalmente utilizado para temperar carnes, peixes e legumes, realçando o sabor desses alimentos.

Um grama de sal marinho contém 390mg de sódio.

Sal Iodado

Tem um teor de iodo muito baixo na sua constituição devido ao seu processamento. Assim, existe no mercado sal marinho enriquecido com iodo, o chamado sal iodado, com 20-40mg de iodo por kg de sal. O iodo é um micronutriente essencial à síntese de hormonas da tiroide e em Portugal a carência deste micronutriente é conhecida há vários anos.

Já no mundo, a Organização Mundial da Saúde recomendou há mais de duas décadas a fortificação universal do sal com iodo. A sua utilização é uma prática corrente e segura que cobre o défice de dois terços da população mundial. Assim, caso não haja contraindicação, é recomendada a substituição do sal marinho por iodado nas quantidades recomendadas.

Um grama de sal iodado contém 390mg de sódio.

Sal dos Himalaias

É colhido nas minas do Paquistão. Tal como o marinho, é menos processado e refinado e, portanto, os cristais parecem maiores. Possui mais de 80 minerais em pequenas quantidades, tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro.

A sua tonalidade cor de rosa surge das pequenas quantidades de óxido de ferro. Pode ser utilizado para temperar carnes, peixes, saladas ou legumes, mas também para a finalização e decoração de alguns pratos.

Um grama de sal do Himalaias contém 230mg de sódio.

Flor de Sal

Proveniente apenas de produção artesanal, é um conjunto de pequenos cristais brancos em forma de pirâmide que se formam na superfície da salmoura. O seu sabor é mais intenso e a textura mais crocante, pelo que o recomendado é a sua utilização após a preparação dos alimentos. Contém sódio, mas também minerais como o magnésio, o iodo e o potássio. É mais caro e possui 10% mais sódio que o refinado.

Um grama de flor de sal contém 450mg de sódio.

Sal Negro

Também conhecido por Kala Namak, é originário da Índia e não é refinado. Por ser de origem vulcânica, com compostos de enxofre na sua composição, tem uma coloração cinza rosado e um forte sabor sulfuroso.

Para além do cloreto de sódio, tem também na sua composição o cloreto de potássio e o ferro. Por ser muito solúvel, é usado para cozinhar ou apenas para adicionar uma cor especial a alguns pratos.

Um grama de sal negro contém 380mg de sódio.

Sal Havaiano

Tem uma cor avermelhada devido à presença de argila vulcânica vermelha havaiana (Alaea), rica em dióxido de ferro. Este também não é refinado. Tem, contudo, um sabor suave, podendo ser acrescentado a várias receitas como saladas, massas ou grelhados. Tem uma quantidade de sódio equivalente ao comum.

Um grama de sal havaiano contém 390mg de sódio.

Em suma:

Existem diversos tipos de sal disponíveis no mercado, sendo os mais comuns o refinado e o marinho. Estes podem variar em sabor, em textura e em cor. Contudo, se a questão é qual a variedade mais saudável, a verdade é que todos são semelhantes uma vez que todos contêm cloreto de sódio e o teor de nutrientes varia minimamente.

Embora os sais menos processados contenham pequenas quantidades de minerais, estas não são suficientes para garantir benefícios nutricionais. Habitualmente, os sais são escolhidos apenas pelo sabor. Posto isto, independentemente do tipo, e tendo em conta que em Portugal o consumo excessivo de sal é uma preocupação de saúde pública, o seu uso deve ser reduzido.

Assim como a vida, comida sem sal não tem graça nenhuma, não é? Apesar disso, o exagero nesse tempero pode causar diversos malefícios à saúde. Felizmente, existem diferentes tipos de sal.

Alguns, inclusive, indicados para deixar a comida, além de saborosa, mais saudável. Descubra quais os principais tipos de sal, quanto você pode consumir no dia a dia e quais os mais indicados para o seu cardápio. 

Quanto sal podemos consumir diariamente? 

Conforme as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), não se deve ultrapassar o limite de 2 gramas de sódio por dia. Em outras palavras, é possível consumir até 5 gramas de sal diariamente. O brasileiro, no entanto, está muito longe do ideal para a saúde. A média nacional é de 12 gramas de sal, de acordo com um estudo compilado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Isso porque o sal que ingerimos na alimentação não é apenas o do saleiro, usado para temperar o arroz, feijão e salada, por exemplo. Muitos alimentos industrializados utilizam esse ingrediente como conservante. Essa quantidade deve ser incluída na soma. Por isso, é preciso estar atento à tabela nutricional dos produtos, que mostra a quantidade presente de sódio nesses alimentos. 

Antes de mais nada, vale lembrar que o sal em si não é o vilão. E sim o sódio que ele contém. Cada grama de sal, em média, possui 400 miligramas dessa substância. É o consumo excessivo de sódio que faz mal à saúde. Ainda assim, esse tempero é importante não somente por critérios gastronômicos, como também para o nosso organismo.

Os principais tipos de sal:

1. Sal refinado

Primeiramente, esse é o mais conhecido dentre os tipos de sal. O cloreto de sódio, popularmente chamado de “sal de cozinha” é o mais utilizado como condimento. Além de usado para realçar o sabor dos alimentos, também funciona como conservante. 

Esse tipo de sal é obtido por meio da evaporação de água do mar. O sal refinado passa por um processo térmico para que a sua umidade final fique em 0,05%. Depois disso é submetido a processos de refinamento e branqueamento.

Essas etapas eliminam impurezas, mas também outros minerais. Depois desse empobrecimento, recebem aditivos químicos altamente prejudiciais à saúde. Por exemplo, sódio em alto teor, estabilizantes, óxido de cálcio, entre outros.

No fim do processo, o sal precisa ser iodado, já que a deficiência dessa substância no organismo pode desencadear o desenvolvimento de doenças como bócio e outras anomalias. É considerado o sal é o mais prejudicial à saúde, por isso, pode ser substituído por suas versões mais saudáveis. Possui 400 mg de sódio por grama, em média. 

2. Sal marinho

Esse tipo de sal é obtido é obtido por meio da evaporação da água do mar. Também conhecido como sal azul, tem um refinamento diferente, e por isso permanece rico em micro minerais e nutrientes, inclusive o iodo. São cerca de 84, ao todo, dentre os quais estão o magnésio, cálcio, ferro e manganês, por exemplo.

Em termos de sabor, ele é menos salgado que o refinado. Não sofre adições de substâncias químicas, por isso tem cor e tamanho diferentes em relação ao sal de cozinha tradicional. Para tornar mais prático o preparo dos alimentos ele pode ser moído.  É uma boa alternativa se comparado ao sal refinado. Em média, possui 390mg de sódio em cada 1g. 

3. Sal do Himalaia

O sal do Himalaia é um exemplo de produto que, mesmo não sendo extraído da água do mar, é um sal marinho. Isso ocorre porque é retirado de depósitos milenares que existem nas cadeias das montanhas do Himalaia.

Quando um sal é considerado marinho, isso significa que o tempero não passou por processamento, e por isso mantém suas características nutricionais, a textura e coloração. Por isso, ele é considerado no mercado um dos sais mais antigos e puros. 

Essa variedade de sal vem se tornando cada vez mais popular, principalmente para quem busca uma opção mais saudável.  Com origem nas salinas do Himalaia, na Ásia, o mais popular dos sais gourmets tem uma tonalidade sutil.

A quantidade de minerais presentes (mais de 80) somado ao baixo teor de sódio tornam o sal do himalaia um dos sais mais nutritivos e benéficos à saúde. Possui 230 mg de sódio por grama, em média. Mas fique atento às imitações que existem no mercado.

Para testar se o produto é mesmo original, coloque um pouco do tempero na água. Se o líquido ficar colorido, é sinal de que colocaram corante no sal grosso e este não é um verdadeiro sal do Himalaia.

4. Sal líquido

Essa versão nada mais é do que o sal marinho dissolvido em água mineral. É utilizado geralmente em forma de spray, para temperar os alimentos de maneira mais uniforme. Tem sabor suave e pode ser usado em todas nas receitas sem alterar suas características. Além disso, possui a menor quantidade de sódio dentre os tipos de sal listados. 1 ml tem aproximadamente 110 mg de sódio.

5. Sal light

O segredo dessa versão está em sua composição química: 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio. Junto aos compostos é adicionado iodato de potássio, substância que ajuda a evitar doenças na glândula tireoide.

É indicado para as dietas alimentares com restrição ao consumo de sódio (pessoas pressão alta, por exemplo). No entanto ele não é recomendado para aqueles que sofrem com doenças renais. Nesses casos, não deve ser consumido por conta do alto teor de potássio.

O aumento desse mineral no organismo pode acarretar complicações cardiovasculares. Em média, possui 191 mg de sódio em cada 1g. Seu sabor é mais leve e sutil que o do sal refinado.

6. Flor de sal

Esse tempero é formado pelos aglomerados dos primeiros cristais de sal que se formam nas superfícies das salinas. É feita uma operação bastante delicada retira uma fina película de sal, insumo que dá origem à flor de sal.

Seus cristais, translúcidos, conferem a textura crocante no preparo das refeições e realça o sabor dos alimentos. Existem algumas variações, no entanto a mais famosa a ser comercializada é da região de Ghérand, na França. 

A flor de sal é usada para dar sabor aos alimentos, mas não deve ir ao fogo. O calor faz com que ele perca a textura crocante. Por isso, é indica para temperar saladas ou ser utilizado no final de preparação da refeição. Por ser mais concentrado que a versão refinada, deve ser usado com cautela. 1g de flor de sal contém 450 mg de sódio. 

7. Sal negro

Também conhecido como Kala Namak, o sal negro tem origem na Índia. O tempero milenar é feito de uma combinação de sal do Himalaia, ervas e frutos da região. Ele é um sal não refinado e de origem vulcânica.

Justamente são esses elementos que causam a cor negra. Ele se diferencia por seu sabor sulfuroso, por possui enxofre e componentes como cloreto de potássio e ferro, por exemplo. Além de conferir um gosto especial aos alimentos, é rico em nutrientes e contém menos sódio o sal marinho refinado. Possui, em média, 380 mg de sódio por grama.

Entre outras outras coisas, ele melhora o sistema digestivo, mantém o equilíbrio do nível de PH no sangue, e diminui a acidez do organismo. Assim, é um dos tipos de sal mais benéficos à saúde. 

8. Sal do Havaí

Esse tempero pode ser encontrado em duas variedades de cor: rosa-avermelhado ou preta. A versão com coloração avermelhada se deve à presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro. Essa variedade de sal não é refinada e seu sabor é suave, porém ferroso.  É usado em preparações com peixes, carnes vermelhas e, também, na finalização de pratos. 1g de sal do Havaí contém 390 mg de sódio. 

9. Sal Kosher

Esse é um dos tipos de sal com a história mais curiosa. Bastante semelhante, na aparência, com o sal grosso, o kosher não tem iodo e é extraído de minas ou do mar – geralmente sob a verificação de um rabino.

É tradicionalmente usado no processo de preparação da carne, conforme os costumes judeus. Isso, porque é mais espesso e adere facilmente à superfície, removendo o sangue do alimento. Na culinária kosher não se pode ingerir sangue, considerado impuro.

Para tornar a carne adequada para esse consumo, ela é ensopada na água e depois esfregada no sal grosso. Como os grãos são largos, o sal não dissolve completamente. Ele acaba absorvendo grande parte do sangue. 

Ele se tornou conhecido principalmente pelo processo kosher, acabou assim ganhando seu nome. Apesar disso, seu sabor vai além da comunidade judaica. É usado por muitos cozinheiros para temperar vegetais, em produtos marinados, salmouras ou até para conservar alimentos. 1 g desse tipo de sal contém cerca de 380 mg de sódio. 

10. Sal defumado

Existe uma infinidade de variações desse tipo de sal. O mais popular e cobiçado é o francês. Essa versão é feita com cristais de flor de sal, que passam por um lento processo onde são defumados com uma fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados na produção do vinho chardonnay.

Há ainda o sal defumado dinamarquês, produzido conforme a tradição Viking. Para esse tipo, é necessário depois da evaporação da água do mar, secar o sal em recipiente aberto sobre uma fogueira fumacenta feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.

Os demais são produzidos por defumação comum em fumeiros com madeiras e insumos variados.  O sal defumado possui, em média, 395 mg de sódio por grama. 

Benefícios e malefícios do sal

Se consumido moderadamente, de acordo com as recomendações de OMS, o sódio pode oferecer diversos benefícios ao corpo humano. Aliás, o sal é fundamental para regular e equilibrar a quantidade de água presente em nosso organismo. Falta de sódio pode causar diferentes problemas para a saúde. Isso inclui desidratação intensa, vômito, dores de cabeça, fraqueza muscular, diarreia e até mesmo arritmia cardíaca.

Por outro lado, o consumo exagerado de sal pode ocasionar diversas doenças. Entre elas, retenção de líquidos, osteopenia e osteoporose (o sódio pode retirar o cálcio dos ossos)  e sobretudo problemas cardiovasculares, por exemplo. 

É justamente por isso que pessoas com problemas de pressão precisam estar atentas e fazer um consumo consciente do sódio. A função dos rins, em geral, é eliminar excessos dos diferentes sais no corpo humano. Mas eles têm limite no funcionamento.

O que não conseguem eliminar, acaba ficando na corrente sanguínea. Assim, quando os vasos ficam com acúmulo de sódio, começam a reter mais água. Por sua vez, isso aumenta o volume nos vasos, que consequentemente aumenta a pressão. Em outras palavras, o sal, por reter os líquidos, acaba impactando no aumento da pressão sanguínea. Isso, por sua vez, sobrecarrega o coração e os vasos. 

Essa sobrecarga no sistema circulatório, aos poucos, prejudica a oxigenação das células e danifica a parede dos vasos. Apesar de grave, esse processo é indolor, por isso é considerada uma doença silenciosa. A sobrecarga dessas artérias pode sofrer um estreitamento e entupir. Se acontece no cérebro, causa um AVC. No coração, causa um infarto. 

No entanto, se o consumo de sal for muito baixo, o processo contrário acontece. O sangue passa a circular mais lentamente, o que também prejudica a oxigenação das células. O que ocasiona desmaios. Por esse motivo, durante um crise de pressão baixa, o sal é um ótimo remédio. 

Por fim, vale lembrar que não é preciso cortar o sal da sua alimentação para que ela seja saudável. O ideal é dosar as quantidades, conforme os tipos de sal, e também adotar outros temperos. Eles ajudam a tornar as refeições mais saborosas e diminuem a necessidade do uso de sal.

Entre eles o alho, as pápricas, pimentas, cebola, gengibre, coentro, limão, manjericão, alecrim, salsa e orégano, por exemplo. Sua saúde e seu paladar agradecem!  E se você gosta de alimentação saudável, vai gostar também das delícias do cardápio da Liv Up. 

veja nosso cardápio completo

Última postagem

Tag